segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Mitos e verdades sobre o chocolate




O chocolate já foi considerado um delicioso atentado contra a saúde. Nos últimos anos, porém, a delícia tornou-se alvo de estudos e “voilà”, muitas pesquisas mostram que o consumo moderado deste doce pode fazer bem à saúde. Especialmente de chocolate amargo.

Pesquisadores que compararam os benefícios do chocolate amargo com os efeitos do branco e do ao leite garantem que nenhum deles é páreo para o amargo – só ele tem grande concentração de cacau, que oferece substâncias que protegem o coração. Em média, o amargo tem o triplo de antioxidantes que o ao leite. Ele é rico em flavonóides e polifenóis, compostos presentes na uva vermelha e responsáveis por, na década de 80, alçar o vinho tinto à condição de aliado da saúde cardíaca.

Os flavonóides têm poder antioxidante, ou seja, combatem os radicais livres, as moléculas tóxicas que comprometem o bom funcionamento do organismo e impedem o depósito de placas gordurosas nas artérias, causadoras de infarto e derrame. Já o polifenol, mostrou-se eficaz no combate à hipertensão, um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

Aos chamados “chocólatras”, uma preocupação: chocolate vicia mesmo. Seu consumo libera serotonina (substância do prazer), além de sua composição apresentar triptofano, aminoácido responsável pela formação de serotonina. Outra explicação é a produção de catecolaminas, que também dão a sensação de bem-estar.

Porém, apesar das boas notícias em relação ao chocolate amargo, que ninguém pense em se empanturrar dele. O chocolate amargo também é rico em açúcar e gordura saturada, o que contribui para o aumento do peso e dos níveis de colesterol.

A dica é derreter meia barra de chocolate amargo no microondas por 30 segundos e espalhar em frutas de sua preferência. Se consumido com moderação, numa dieta balanceada, o chocolate amargo pode até ajudar a emagrecer.

Com informações de Daniela Jobst

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