quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Trabalhar demais aumenta em 33% risco de AVC, mostra estudo


Trabalhar duro é importante, mas é preciso tomar cuidado com o tempo extra que você passa no escritório: um novo estudo aponta que as horas a mais no trabalho podem aumentar risco de AVC e outras doenças cardiovasculares.

O estudo foi publicado no dia 19 de agosto na revista científica The Lancet e é uma análise de 25 estudos envolvendo no total mais de 600 mil pessoas dos Estados Unidos, Europa e Austrália. Elas foram analisadas por oito anos e meio. Além dos dados publicados, os cientistas coletaram outros dados de bancos com os pesquisadores dos estudos analisados.

Nesses dados, eles perceberam que pessoas que trabalham até uma hora mais por dia tem 10% mais chance de ter um AVC nos próximos anos. E o risco aumentava progressivamente: pessoas que trabalhavam de 41 a 48 horas semanais tinham 10% mais de risco. As que trabalhavam de 49 a 54 horas semanais tinham um perigo 27% aumentado. Já as pessoas que tinham uma carga horária de 55 horas semanais corriam 33% mais risco de ter um AVC e 13% mais perigo de apresentar uma doença coronariana.

O alto risco continuava mesmo quando outros fatores de risco eram levados em conta, como tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas e falta de atividade física.

Para os especialistas, isso provavelmente ocorre devido ao estresse, mas eles não chegaram a conclusões de qual o mecanismo envolvido nessa associação.

Fonte: Minha Vida.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Música ajuda pacientes na recuperação de cirurgias, mostra estudo



Que a música faz bem para a mente todo mundo sabe! E é comum que cirurgiões colocarem músicas nas salas de operações, até para ficarem mais relaxados em um trabalho de tanta pressão. No entanto, os benefícios dessa prática não ocorrem apenas para os médicos: um novo estudo, publicado na revista científica The Lancet mostrou que músicas antes, durante e principalmente depois cirurgias são benéficas para a recuperação dos pacientes, e até os ajudam a sentir menos dor e ansiedade.

Para chegarem a esta conclusão, os estudiosos da Universidade de Brunel, no Reino Unido analisaram 72 estudos que reuniram um total de 7 mil pessoas. Com esses dados em mãos, eles observaram principalmente como a música afetava a ansiedade e a dor nesses pacientes.

Ao comparar os pacientes que ouviram música no pós-operatório com os que não ouviram, os primeiros sentiram muito menos dor e ansiedade no período de recuperação e também eram menos propensos a precisar de medicamentos para dor. Além disso, a música aparentou aumentar a satisfação dos pacientes após a cirurgia. Mas não houve mudança na duração da estada no hospital.

Os resultados foram os mesmos, independente do paciente ter ouvido música antes ou depois da cirurgia, mas um pouco mais intensos em que ouviu antes de entrar na sala de operação. Mas o que surpreendeu os pesquisadores foi como mesmo a música durante a cirurgia, mesmo sob anestesia, influenciou na melhora da dor dos pacientes, apesar de seu impacto ser maior em pacientes conscientes durante o procedimento.

E o tipo de música não influencia tanto: pacientes que escolheram as próprias músicas para o tratamento tiveram um pouco menos de dor do que os que ouviram músicas escolhidas pela equipe médica.

Fonte: Minha Vida.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Todo dia é dia de banana


Surgem evidências de que colocar a fruta na rotina melhora o controle da pressão e das taxas de colesterol. E ainda tem um bônus: o consumo diário eleva, em algumas pessoas, os níveis de um hormônio que poda a inflamação nas artérias. São mudanças que se traduzem no menor risco de sofrer um derrame ou problema cardíaco.

E trate de esquecer a reputação de que ela É um alimento engordativo. Dá pra comer sem pesar na consciência e na balança. "Caso as bananas sejam incorporadas em um contexto de alimentação saudável, não vejo exagero em comer mais de uma", avalia a nutricionista Camila Torreglosa, do Hospital do Coração, em São Paulo. Momentos para levá-la à mesa não faltam. "É uma ótima opção para o café da manhã, lanches e sobremesas. Fora que pode entrar na receita de vários pratos", exemplifica a nutricionista Fernanda Gabriel, da RG Nutri, na capital paulista.

São muitas as variedades à escolha, com mínimas diferenças entre elas. Que tal conhecê-las?

OURO

Pequenina, não ultrapassa os 10 centímetros e pesa cerca de 50 gramas. Duas unidades somam 112 calorias.

MAÇÃ

Em 100 gramas, há 87 calorias e uma boa dose de fibras, 2,6 gramas. Junto com a banana-prata e a banana-da-terra, faz parte da trinca com os maiores teores de vitamina C.

THAP MAEO

Ganhou fama de ser a banana light por ter poucas calorias. Mas essa característica se perdeu ao longo dos anos. Hoje, chama a atenção mesmo pelo alto teor de fibras.

PRATA

Campeã disparada em vitamina C, ela reúne 98 calorias em 100 gramas. Sabe a banana em calda? Costuma ser produzida com essa variedade.

NANICA

Não se engane pelo nome: de pequena não tem nada. Por causa da textura e do rendimento, é a mais usada pela indústria de alimentos. A cada 100 gramas, são 92 calorias.

DA-TERRA

É a maior e mais pesada: são 128 calorias em 100 gramas. Nos quesitos vitaminas A e C, dá show. Os chips de banana geralmente são feitos com ela.

Fonte: M de Mulher

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Dançar ajuda a diminuir o estresse


Já foi comprovado que dançar traz diversos benefícios para saúde e também para o bem estar. Entre as qualidades de frequentar aulas três vez por semana, está a melhora na autoestima, emagrecimento, aumento da flexibilidade muscular, correção postural, redução do colesterol ruim e do estresse. Helô Gouvêa, sócia e professora do Estúdio Anacã, explica que a solução é se movimentar. “A dança mexe com o emocional, aflora os sentimentos. Muitas mulheres chegam nas aulas carregadas pela rotina e saem renovadas”.

Além disso, a dança estimula a concentração, acalma e tranquiliza, diminuindo a ansiedade acumulada durante o dia. “A socialização também é um ponto forte para esquecer os problemas. Geralmente as atividades são realizadas em grupo, sendo assim, contribui para novas amizades, que são sempre bem vindas”, finaliza.

Fonte: Revista Viva Saude

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Entenda se a sua pisada tem um problema


Avaliar uma pisada parece uma tarefa feita apenas para especialistas, afinal, não é algo que as pessoas costumam fazer com frequência. E isto só ocorre porque raramente nos interessamos em observar como pisamos, a não ser que tenhamos alguma dor ou outro desconforto nos pés. Por este motivo, este artigo foi feito para que todos possam ter uma ideia de como identificar as principais alterações de pisada e, com isso, possam fugir de problemas desnecessários.

Para começar, peça para que alguém olhe você andando. Certamente, esta pessoa (que não precisa ser nenhum perito no assunto) irá perceber aspectos mais gerais como inclinações do corpo, tamanho do passo, movimentos de joelho, assimetrias chamativas e outros movimentos extremamente notáveis, caso existam. Estas informações de alguém leigo no assunto ajudam a repararmos em variações mais evidentes. Outro modo semelhante é caminhar em frente e/ou de lado a um espelho grande.

Depois de uma avaliação geral, vamos para um método mais específico. Pegue um par de tênis com maior tempo de uso e observe sua sola. Olhe sempre os dois, um ao lado do outro. Na sola você encontra zonas de maior e menor desgaste. Tente reparar onde estas zonas estão localizadas e o quanto elas estão gastas ou mesmo intactas. As regiões mais usadas podem ser o reflexo das áreas do pé que costumam receber mais peso (em alguns casos são áreas que ficam raspando no chão e não necessariamente recebem carga). E as regiões menos alteradas são aquelas menos usadas, ou seja, relacionadas às áreas dos pés que não recebem tanto peso. Em seguida, olhe os calçados por trás e tente perceber algum desnível na sola na parte de trás. Esta característica está relacionada ao tipo de apoio do calcanhar. Um desgaste na parte interna sugere um mesmo apoio na parte interna do calcanhar, bem como no caso do desgaste na parte externa, que sugere um apoio na parte externa.

Agora vamos mais a fundo e, utilizando o mesmo calçado olhe a palmilha dele (se for possível retirá-la para fora será mais fácil). A maioria das palmilhas fica marcada com o tempo, sendo possível notar que os pontos de maior pressão do pé fazem o material dela ceder mais que os pontos de menor pressão e por isso, com o tempo, elas nos mostram as regiões do pé mais utilizadas.

Por último, vamos observar a sola de nossos pés. Passe a mão de leve e irá reparar regiões onde a pele é mais densa, mais rígida, ou áspera. Estas são regiões tem a pele mais espessa por ser mais usadas e receberem maior pressão e atrito. Por isso, como uma forma de adaptação a pele fica mais espessa. Diferente é o caso das regiões onde a pele é mais fina, macia e lisa, que representam as áreas menos usadas, que recebem pouca pressão e atrito.

O fato de descobrir que você usa, por exemplo, mais a parte interna do pé, não significa que precisa colocar um calço em um dos lados, ou que precisa comprar um tênis com reforço unilateral, ou começar a fazer força para corrigir isso, de jeito algum! Muitas vezes, essas alterações não geram dores ou sobrecargas, pois são adaptações harmônicas do seu corpo e por isso, quando alteradas, podem gerar danos irreversíveis.

A necessidade de corrigir algumas alterações na pisada deve ser confirmada somente após uma avaliação profissional especializada. Além da avaliação postural, podem ser feitas a baropodometria estática e dinâmica e a escanometria, exames que medem a pressão exata em cada ponto do pé, inclusive durante uma corrida (existem esteiras de corrida com sensores capacitivos para este tipo de avaliação), bem como uma visualização detalhada do formato e das áreas mais utilizadas. Muitos tratamentos para dores nos pés são realizados, apenas, melhorando a postura e estabilidade de articulações superiores como joelho, quadril e coluna. Somente os casos de dores e lesões onde são observadas as influências do pé são tratados corrigindo-se a pisada, com técnicas específicas e uso de palmilhas personalizadas.

Fonte: Minha Vida

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Controle o colesterol alterando a sua alimentação


A escolha de determinados alimentos pode ajudar a reduzir o nível de colesterol, dependendo dos casos, abolindo até a necessidade de remédios para o problema. O problema, muito comum entre a população mundial, é um dos grandes responsáveis por doenças cardiovasculares como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC).
De acordo com a Associação Americana do Coração, assim como o poupador não deve aplicar todo dinheiro em apenas um investimento, não adianta nada consumir apenas um alimento. É preciso reduzir drasticamente os produtos que aumentam o colesterol e passar a consumir, de forma equilibrada, o maior número possível de alimentos que ajudam a reduzir as taxas de gordura no sangue.
Peixes ricos em ômega 3 (salmão, atum, bacalhau, etc): essa substância auxilia no controle e na redução do colesterol e dos triglicérides. Soja e derivados: rica em vitamina E, ela aumenta os níveis de HDL, o bom colesterol. Tomate: o licopeno presente nesta fruta não se limita a ajudar a prevenir o câncer de próstata, mas também reduz o colesterol na corrente sanguínea.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Dormir mal faz as pessoas comerem mais


Dormir mal pode contribuir para que a pessoa coma em excesso e assim favorecer problemas de saúde crônicos, como o diabetes, em adultos e crianças. É o que afirma a revisão de diversos estudos publicada na revista científica Journal of Health Psychology da Inglaterra. 

As pessoas consomem os alimentos por fatores biológicos, emocionais, cognitivos e ambientais. Os pesquisadores alegam que dormir mal é capaz de alterar todos esses fatores. Assim, de acordo com os estudiosos, após uma noite de sono ruim o hormônio que controla o apetite é afetado e o estresse emocional é maior, fazendo com que mais alimento seja desejado para compensar a falta de energia e a impulsividade é aumentada. 

Portanto, os pesquisadores defendem que os hábitos de sono também devem ser considerados durante o processo de emagrecimento.