sexta-feira, 6 de maio de 2011

Flora intestinal explicaria existência dos "magros de ruim"

Um novo trabalho da Nature revelou que existem três tipos diferentes de flora intestinal. Ou seja, assim como cada ser humano tem um tipo sanguíneo, todos tem um "tipo intestinal". Segundo os cientistas, cada bactéria tem uma eficiência diferente na hora de extrair energia dos alimentos, o que explicaria a existência dos "magros de ruim": eles teriam sorte de nascer com um tipo de flora intestinal certa.

Os números do estudo impressionam: o corpo humano possui nada menos do que 10 trilhões de células, sendo que cada pessoa carrega consigo mais de 300 trilhões de bactérias. Agora, os pesquisadores irão aprofundar o levantamento para comprovar quais das três bactérias presentes em cada organismo é responsável pela facilidade de engordar.

Bactérias ambulantes

Para cada célula do nosso corpo, existem 10 bactérias. Veja a quantidade delas que habitam cada parte do nosso corpo:

:: Nariz/boca: 10 bilhões de bactérias
:: Pele: 1 trilhão de bactérias
:: Intestino: 100 trilhões de bactérias

Com informações do Caderno Vida ZH.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Desde já Um Feliz Dia das Mães

"Asma não é situação permanente de sofrimento", garante pneumologista

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, são cerca de 300 milhões de pessoas com asma em todo o mundo. A doença é a principal causa de 250 mil mortes prematuras passíveis de prevenção ao ano. No Brasil, a Iniciativa Global contra a Asma, GINA, encabeça movimento para reduzir as internações em 50% até 2015.

Celebrado desde 1998, o Dia Mundial da Asma é comemorado na primeira terça-feira do mês de maio. No Brasil, diversas ações farão um alerta sobre a doença, que é responsável por 250 mil mortes prematuras ao ano em todo o mundo, três mil delas só em nosso país. Coordenadas pela Iniciativa Global contra a Asma, GINA, essas ações visam informar e orientar a população, na tentativa de reduzir os óbitos e hospitalizações por conta da doença.

— É importante destacar que boa parte das hospitalizações e também das mortes poderiam ser evitadas. O que falta, ainda, é informação. A população, e especialmente os portadores da doença e seus familiares devem estar cientes de que estes índices só serão reduzidos se evitarmos as exacerbações, que são as crises de asma — orienta Álvaro Cruz, membro do Conselho Diretor Internacional da GINA.

Médicos e profissionais de saúde que lidam com pacientes asmáticos em todo o país buscarão difundir informações sobre a doença e o controle dos seus sintomas, criando na população uma cultura de cuidado contínuo, evitando a interrupção do tratamento sem orientação especializada, que acaba levando às crises que podem ocasionalmente ser fatais, requerendo internações ou atendimentos de emergência.

— Nossa meta é reduzir as hospitalizações até 2015 em 50%, e não é impossível. Precisamos mobilizar os pacientes, os profissionais de saúde, imprensa, lideranças políticas e sociedade — pondera Rafael Stelmach, presidente da ONG no Brasil.

Sobre a asma

Sendo a doença crônica, na maioria das vezes de origem alérgica e relacionada à predisposição familiar, não existe cura. Mas tratamento e acompanhamento médicos podem controlar os sintomas, oferecer ótima qualidade de vida e permitir ao paciente realizar normalmente suas atividades do dia a dia, incluindo exercícios físicas.

— Mas é importante destacar que em casos mais graves, mesmo sob controle, os pacientes precisam continuar usando regularmente as suas medicações, tal como se faz na hipertensão ou diabetes — explica Rafael.

Outro ponto relevante de datas de alerta tais como esta, destaca conforme destaca a pneumologista e professora da Faculdade de Medicina da PUC-RS, Jussara Fiterman, é tranquilizar o paciente asmático sobre sua condição.

— Ele precisa saber que a asma não é uma situação permanente de sofrimento, que pode ser controlada, tratada, e que a sua educação para aprender a lidar com a asma pode ser determinante para o sucesso do tratamento — declara.

Para o Emanuel Sarinho, professor da Universidade Federal de Pernambuco, a doença não é enfrentada adequadamente no Brasil.

— Por isso o valor da data, para que haja este alerta de que é um problema de saúde pública — conclui.

Com informações de Bem-Estar.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Só 8% estão contentes com a barriga. Então, veja dicas para secá-la

Apenas 8% das brasileiras estão contentes com o corpo que têm. As outras 92% se queixam de gordura localizada na barriga, celulite nas nádegas e nas coxas, e querem ter um peito mais empinado. A empresa Shopia Mind chegou a tais conclusões depois de entrevistar 3,5 mil mulheres.

Para dicar com uma barriga sarada é preciso seguir dieta e malhação a sério, no mínimo. Para ajudar, tratamentos estéticos e cirúrgicos também têm papel importante, dependendo do caso. Mas, se o seu problema é o inchaço na barriga (gordinha ou magrinha), leia até o fim as dicas da nutricionista Cristiane Ruiz Durante, coordenadora de nutrição da famosa Triathon Academia, de São Paulo:

1. Mastigue devagar os alimentos. Essa medida é a mais importante para evitar a dilatação do estômago, e consequentemente, o inchaço da barriga. Ao mastigar devagar, o cérebro registra com maior rapidez a sensação de saciedade e você acaba comendo menos.

2. Faça refeições que contenham sempre salada crua (sem molhos gordurosos e ingredientes muito calóricos) + uma porção de carboidrato leve + uma porção de proteína. “Essa combinação de substâncias é bem digerida e também ajuda a evitar o inchaço do estômago”, explica a profissional.

3. Beba muito líquido durante o dia. De preferência água e chás.

4. Fracione a dieta. O ideal é que a pessoa não fique muito tempo sem comer nada. O ideal é fazer refeições pouco volumosas e de baixo valor calórico até seis vezes ao dia.

5. Tire do cardápio alimentos que costumam causar gases. A saber: refrigerantes, feijão, frituras, pão, queijo, carne vermelha, embutidos como linguiça, presunto, salame e salsicha, salgadinhos.

6. Invista nas fibras e nos alimentos naturalmente diuréticos. Alimentos ricos em fibras regulam o intestino, o que é fundamental para desinchar a barriga. Arroz, cereais e pão integrais, legumes, verduras, carnes magras e frutas devem constar em seu cardápio. Alimentos diuréticos também ajudam pois diminuem a retenção de água e conseqüentemente o inchaço. Invista em chás, suco de limão, erva doce, melancia, morango, abóbora, agrião, beterraba, cenoura, escarola, berinjela, repolho, salsinha, tomate, broto de feijão, pepino e hortelã.

7. Arrume essa postura! Sabia que tem gente que só precisa fazer os alongamentos certos para perder a barriga? Pois é, manter a coluna reta pode ajudar muito você a conseguir a não ter uma barriguinha saliente.

8. Mexa-se: caminhe, corra ou nade por pelo menos 40 minutos, todos os dias. É essencial fazer um exercício aeróbico para o organismo funcionar bem e a barriguinha desinchar. E acelere no passo, nada de ritmo de passeio, é ginástica.

Com informações do Blog Vida Saudável.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Deixe sua terça-feira mais doce com pudim de ameixa


Ingredientes:

18 claras de ovos

200 gramas de açúcar

100 gramas de ameixas secas sem caroços

1 folha de gelatina sem sabor

Modo de preparo:

Em uma batedeira, bata todas as claras adicionando o açúcar aos poucos. Bata até que fique em ponto de claras em neve. Derreta a gelatina e bata as ameixas no liquidificador.Misture todos os ingredientes e os deposite em uma forma de pudim. Leve ao forno para assar em banho-maria por 13 minutos a uma temperatura de 120º.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Conselhos de avó ganham comprovação científica

Sabe aquelas histórias que você lê ou ouve e logo lembra: não é que minha avó tinha razão?
Pois é. Depare-se com duas delas.


Coisa de avó 1: tomar um copo de leite quentinho antes de dormir faz bem à saúde e induz o sono.

A explicação:

O leite é rico em um aminoácido chamado triptofano, que é precursor do hormônio serotonina, responsável por gerar a sensação de bem-estar, relaxamento e também por estimular a sensação de conforto e de sono. Não é à toa que os bebês mamam e depois dormem profundamente.

A vontade de dormir pode ser intensificada quando o leite está quente, já que temperaturas mais altas aumentam a sensação de plenitude no estômago e de relaxamento do corpo, explica a nutricionista Marcia Daskal. À noite, também é um horário ideal para um copo de leite, já que a absorção do cálcio ocorre principalmente neste horário.

Há quem diga ainda que o leite morno nos faz, inconscientemente, recordar o tempo em que éramos bebês e dormíamos depois de uma boa mamada. Os cientistas já sabem que, além do leite, outros alimentos são ricos em triptofano, como amendoim, soja e carne de peru.

Coisa de avó 2: vinagre faz bem e é bom até com pão.

A explicação:

Esse tempero deixa a digestão mais lenta, o que aumenta a queima de calorias. Um estudo sueco mostrou que pessoas que comeram um pedaço de pão molhado em vinagre antes das refeições emagreceram mais rapidamente.

Pesquisadores dizem que o ácido acético faz com que alimentos demorem mais para passar do estômago para o intestino. O vinagre de maçã também ajudaria a diminuir o açúcar do sangue, que aumenta quando você come carboidratos refinados.

Com informações do Blog Vida Saudável.

domingo, 1 de maio de 2011

Acroyoga une física mecânica, ioga, acrobacia e massagem tailandesa


O trabalho a dois desenvolve a cumplicidade e a confiança.

Todos estão sentados em círculo. "Como está o seu corpo?" A pergunta quebra-gelo faz com que os participantes interajam. Para aquecer, alguns ásanas — posturas típicas da ioga. Na primeira parte da aula, o principal benefício é o alinhamento da estrutura física, além do ganho em concentração. Depois da série de exercícios individuais, começam os alongamentos em dupla.

A prática da acroyoga não tem pré-requisitos e, diferentemente da ioga tradicional, promove relações interpessoais. "O trabalho em duplas desenvolve a cumplicidade, a confiança e o sentimento de cuidado com as pessoas, já que há o medo de cair ao realizar as posições", explica a instrutora Érica Montes, que esteve em Brasília para ministrar um curso da modalidade. "Por meio desses exercícios, as pessoas têm acesso a um tipo de toque que não tem conotação sexual e o silêncio que permeia o ambiente ajuda a criar uma atmosfera calma e agradável", afirma.

É hora das técnicas de assistência, nas quais um parceiro ajuda o outro a fazer exercícios de inversão, ou seja, a ficar de cabeça para baixo. Essa atividade serve para desenvolver ainda mais a confiança, preparação essencial para o que virá a seguir. A professora de ioga Thaís Joy, 34 anos, é aqui uma aluna como as outras. "O desenvolvimento da confiança no parceiro de exercício vai além do que eu esperava."

Todas as etapas cumpridas, chega o momento das acrobacias e dos voos, em que os praticantes lançam mão de princípios da física mecânica. "Não é difícil ver uma mulher levantar um homem", conta Érica. Mas, para que isso ocorra, é necessário que haja um alinhamento dos ossos de forma a economizar a energia da pessoa que serve como base. "Se o braço dela está em um ângulo de 90º em relação ao chão, sofre os efeitos da gravidade em apenas um ponto, ficando mais fácil levantar o parceiro", explica a instrutora. Nessa etapa, são trabalhados força, flexibilidade e equilíbrio.

Mesmo com o aproveitamento da gravidade, há de se ter um bom condicionamento físico. "É preciso ter força na perna para levantar o parceiro", conta a engenheira florestal Ana Paula de Jesus, 25. Ser o volante - pessoa que é erguida - também é desafiante. "O trabalho de confiança é muito forte durante o voo. É preciso sintonia entre os dois para evitar quedas", ensina Elaine Lilli Fong, também instrutora da modalidade.

No fim da aula, para que os alunos possam relaxar a musculatura e também equilibrar as energias, é feita uma massagem tailandesa em duplas. "É uma massagem que revigora e tranquiliza todo o sistema nervoso", diz Elaine. A engenheira ambiental Ana Paula comprovou os benefícios da massagem. "É bem relaxante, ajuda no alongamento e tira a tensão do corpo."

Com informações do Correio Braziliense.
Foto: Jefferson Botega.